Pular navegação

Esse fim de semana foi daqueles que muitos dizem ter sido inútil.

Mas desde quando é inútil congelar o mundo ao redor e mergulhar nos discos da sua banda favorita? No meu caso, passei sábado e domingo desejando um dia cinza e gelado enquanto me embalava na voz de Robert Smith num mundo paralelo.

Isso não é nem um pouco inútil, pelo contrário: é extremamente necessário. Dar um basta nos outros e se lembrar que tem alguém mais importante que eles: você mesmo. Depois desse fim semana, eu me sinto de alma lavada, com a melodia melancólica do The Cure (faz juz ao nome “A Cura”) impregnada em mim.

Sinto-me mais forte, mais preparada, seja lá o que isso quer dizer. Sinto que minha capacidade de fantasia está alavancada, digamos assim. Só de pensar na canção Disintegration, me imagino flutuando em nuvens verdes rodeada de borboletas vermelhas (as mesmas da capa do CD), com a mesma roupa do vocalista primo-irmão do Edward Mãos de Tesoura. Ou então num filme dos anos 80, em que a mocinha conhece o cara com quem sempre sonhou num show em que toca Desintegration, no momento em que se veem. Ou até mesmo a cena do filme Edward Mãos de Tesoura em que ele faz nascer a neve na noite de um Natal conturbado (sempre choro!), neve essa que pra mim representa uma espécie de esperança.

Enfim, quando se escuta as músicas da sua banda favorita, ou simplesmente a canção que mais mexe contigo, sempre se vai para um mundo paralelo, que só você sabe que existe.

01:13 de uma madrugada fria de mais um sábado trancada no meu quarto. Está sendo uma madrugada normal: alguma bebida, uma música que esteja afim de ouvir e conversas no msn. Tudo normal; aliás, tudo na minha vida anda sempre normal, tudo dentro de uma determinada rotina que, sinceramente, seguidamente me cansa.

Cara, tem tanta, mas tanta coisa que eu gostaria de compartilhar com as pessoas, mas eu gosto de falar as coisas (como já citei), em uma roda de amigos, recém conhecidos, etc. Sei lá, tenho a sensação de que o papo sempre flui melhor nessas situações, do que simplesmente ficar digitando em um blog (eu sei que isso soa meio estranho, mas whatever).

Na real, eu devo estar escrevendo esse texto, porque, nesse momento eu deva estar afim de bater um papo com alguém, debater ideias, contrapôr pontos de vistas, e não tenha ninguém pra fazer isso agora. Pontos de vista sobre o quê? Depende do assunto que for fluindo na conversa. Sou meio do tipo que deixa-se levar pela situação, mas ao mesmo tempo gosto de coisas previamente planejadas (um dos meus paradoxos).

Aliás, o que seria de alguém, sem pelo menos um tipo de paradoxo? Provavelmente uma pessoa que não se permite questionar a cerca das coisas que acontecem por aí, a cerca de opiniões que a cercam; porque essa auto-permissão aos paradoxos internos é de extrema importância à construção do indivíduo como um ser pensante, que conflita suas próprias ideias e pensamentos e, dali pra fora, dabate e conflita com opiniões alheias às suas, que de certa forma interferirão na forma daquele indivíduo de ver e compreender o mundo.

Bah, eu realemente curto ficar falando essas coisas, conversar sobre esse lance das diferenças que existe entre um indivíduo e outro(s). E acho que seria assunto pra horas, emendando um assunto no outro. Sei lá.

Gosto de coisas desconexas, que vão acontecendo por vontade própria. E acho que eu só estava afim de conversar mesmo (podem pensar “coitada, não tem amigos!”. Não é isso: todo mundo – inclusive eu – tá cheio de provas e tem que estudar hehe).

Bom, depois de 10 horas analisando a obra shakespeariana “Macbeth”, uns vinhos e umas conversas virtuais, vou bater um lero com Hermann Hesse e, amanhã, voltar a Mecbeth.

 

ps.: adoro conversas desconexas! e se agora tivesse com quem dividir o vinho, a conversa se estenderia até às 6 da manhã.

O gosto amargo da ressaca não sai de sua boca. Ela queria de ter na boca o gosto da boca dele, porém, ela nem sequer chegou a sentir o gosto desejado na noite de ontem. Ficou a noite inteira sentada no balcão de um bar, apenas observando, esperando o momento em que criasse coragem de passar no meio da multidão e chegar ao outro lado, o lado em que ele estava.

Há tempos ela quer lhe falar o quanto ela pensa nele, sonha com ele, idealiza seus beijos e abraços.

Na concepção dela, eles têm tudo a ver: gostam das mesmas bandas, dos mesmos autores, ambos  são tímidos e se escondem atrás de alguns escudos. Ontem à noite, ela tentou transpor esses escudos. Mas tem apenas o gosto da ressaca na língua e nos lábios.

Ela não consegue, por mais que tente, ela não consegue tomar coragem de chegar, repentinamente, e falar “escuta aqui, é isso, isso e aquilo”. Não, ela não se permite. Por quê? Medo. Apesar de todas suas amigas lhe falarem que ela não tem nada a perder, ela não consegue. Ela é covarde. Sente-se inferior, por idealizá-lo. Ao mesmo tempo em que se sente inferior, ela sabe que não é nem um pouco inferior. Não é só um rosto bonito. Ela tem conteúdo, é inteligente, é esperta, é boa de papo. Ela sabe disso. Mas, mesmo assim, continua, covardemente, do outro lado da festa.

E muitas noites têm sido assim: no balcão de um bar, com copos de bebida, sozinha e só a observar de longe. Ela sabe que não custa nada dar alguns passos e puxar conversa, afinal, ela sabe que eles têm assunto pra conversar. Ela sabe que não leva a nada essa sua timidez e esse seu medo  de permitir-se tentar a felicidade. Ela sabe, mas não consegue.

Agora, só resta o gosto amargo da ressaca na sua boca.

Uma experiência textualizada, não é a mesma vivida, pois quando tu a verbaliza, ela já não é mais a mesma coisa. Algo parecido com isso que minha professora de literatura falou em meados do semestre passado, já não lembro bem. Enfim, o que ela quis dizer é que aquilo que é vivido é diferente daquilo que é relatado, ou então, aquilo que você vive não pode ser transmitido através de palavras a ninguém, pois só você viveu. Sacas o que eu quero dizer? Ou melhor, a professora.
Quando ela disse isso, não prestei mais atenção na aula e comecei a viajar na maionese sobre o que ela acabara de dizer. Sim, o que ela falou faz o total sentido, nunca conseguimos transmitir o que vivemos. Grande parte das coisas que eu vivencio, penso, formulo nessa massinha cinzenta e amorfa que fica dentro do meu crânio não consigo transmitir 100%, sempre tem alguma coisa que fica lá, só pra mim. Na maioria das vezes por vergonha, é, pura vergonha. Vergonha do quê? Sincermente, não sei.
A maior parte do tempo, eu passo falando com aquelas vozes, as quais vivo citando, ouvindo o diálogo entre elas e elas vão formando vários ramos que geralmente não chegam a lugar nenhum. Aliás, nos últimos dias, tenho vivido tantas coisas (apesar da monotonia das férias), dignas de serem contadas aos quatro ventos, e são justamente essas coisas que ficam lá na massa cinzenta, sem que ninguém fique sabendo. Tenho tentado escrever, e não sai nada. Talvez por essa mesma vergonha, ou talvez por prefirir falar as coisas que penso pessoalmente, contar numa roda de amigos, conversar, discutir, enfim, acho mais legal. Aliás, foi numa ocasião dessas que me falaram “tu escreve essas coisas que acabou de me falar?” e eu disse que não, então falaram para eu começar e escrever, mas a maioria das coisas tá ali na gaveta do meu criado-mudo, ou nem chegam lá, perdendo-se nessa nebulosa dentro de mim.
E acredito que a explicação está naquela frase dita pela minha professora no semestre passado, além de eu ter extrema dificuldade de me expressar, dizer o que fica passando pela minha cabeça sobre as coisas que passam ao redor, ou que não passam ao redor. Além do mais, desde sempre sou daquelas pessoas que mais observa do que fala, ocasionando um certo policiamento sobre o que falo.
Também já nem sei mais. Quem sabe onde estão as explicações para isso? Se soubessem, não haveria tanta divergência nas opiniões. E sendo bem sincera, são essas divergências que movem o motorzinho desse barco chamado vida, pois, imagine o caos se todos pensassem da mesmíssima maneira. Bom, isso já é assunto pra outro texto que jamais se saberá se voltarei pra falar sobre o mesmo.
O que eu sei, nesse momento (além do fato de saber que esse texto está cheio de erros de português – devido ao lapso criativo), é que aquilo que vivemos é, sem uma sombra dúvidas, inverbalizável.

Pública, ventilador e minha pulsação: tudo o que eu ouço agora. Quer dizer, aquelas vozes do “eu” também são ouvidas agora.
Súbita vontade de desabafar para o papel vazio. Sei que a ele posso confiar os meus segredos, angústias, desejos e erros, uma vez que ele não sairá contando tudo a qualquer um e em qualquer lugar. Bom guardador de segredos.
Ele também é o único que está de todo a ouvidos, só a me ouvir e não vai me contrariar. Coitado, tem que aguentar os meus fardos, minhas angústias e todas aquelas vozes que, frequentemente, sussurram aos meus ouvidos. Porém, às vezes poupo-o das minhas lamúrias, mantendo-as aprisionadas no meu âmago ou, na minha superfície. Acho que depende das vozes e do que elas dizem. Já nem sei mais.
Pegar um lápis, um pedaço de papel e vomitar aquelas coisas indigeríveis que ficam entaladas entre o nada e tudo, é um bom exercício pra dar uma aliviada naquele fardo que sufoca o peito, lá no lado de dentro.

Briga, intriga, violência, ofensa e fofoca que perduraram ao longo de 364 dias viram amor e consideração com o próximo em apenas um dia do ano: o amável e tão aguardado natal.
Eu me indigno. Como é possível que o ser humano seja uma criatura tão hipócrita e cara-de-pau? Sair desejando felicidade e muito amor a quem não suporta ver as fuças, abraçar estranhos e dizer “Você é muito importante pra mim” e tantas outras ridículas atitudes natalinas.
Chega a ser bizarro que as pessoas passem o ano inteiro praguejando a vida alheia e na semana de natal, desesperadamente, elas acessam o Google e digitam “mensagens de amor” pra escrever em um pedaço de papel e distribuir o seu exarcebado amor ao próximo.
Eu, realmente, não consigo compreender risos e sorrisos ao redor de uma mesa farta de frango assado, salpicão e parentes, sendo que lá no fundo, a maioria das pessoas não suporta esse ritual natalino de ser feliz dentro de uma roupa vermelha e branca diante de uma árvore de mentira cheia de coisinhas penduradas logo acima dos tão almejados presentes que o gorducho trouxe no seu lindo trenó.
Aliás, esse gorducho é alegria de um tal capitalismo que ri dos trouxas que gastam dinheiro que não têm pra tentar fingir que gostam de, no mínimo, umas 8 pessoas com quem falaram apenas algumas vezes na vida.
Acho que aí está o ‘x’ da questão: as pessoas necessitam mostrar para os outros que elas são pessoas legais e bacanas, e fazem isso em apenas uma noite do ano, com o auxílio de uma nota de 50 reais, quando, na verdade, deveriam fazer isso no cotidiano sem a necessidade da ajuda do dinheiro.
E tem mais: dia de natal é um dos dias mais estressantes do ano. O mercado é uma selvageria na disputa pelo Chester mais barato e bonito. As ruas se transformam em inferno com o fluxo da falsidade levemente atrasada em busca de presentes. E à noite, todos devem estar impecáveis pra sair na foto que irá para o álbum de família.
E tem gente que ainda chora de emoção quando o caminhão da Coca-Cola passa em sua rua distribuindo balas ao som daquela agradabilíssima trilha sonora que há 18 anos enche o meu saco. Gente, mesmo antes de eu me conhecer por gente, é a mesma coisa todos os anos! É o mesmo porre (não de bebida, de chatice mesmo) todos os anos! Como tem gente que agüenta isso? Definitivamente, não sou a pessoa que tem resposta pra essa pergunta, uma vez que acho essa balbúrdia de fim de ano regada a litros de champagne umas das coisas mais sem sentido dentre todas as cosias sem sentido que existem.
Aliás, ta na hora de brindar e sorrir a esse dia tão cheio de amor e alegria abundante no coração de todos! Que você, pelo menos consiga beber e comer como um porco, como se no dia seguinte, a magia do natal extinguisse todos os mercados da superfície terrestre. Ho ho ho, feliz natal!

Wir sind Helden (Nós somos heróis) é uma banda alemã de 2001 que eu conheci quando o Martin, meu irmãozinho alemão, veio para o Brasil, em 2006.

“Quem não tem lágrimas para amanhã é cego”

Letra completa: http://letras.terra.com.br/wir-sind-helden/263759/traducao.html

Outra música que gosto bastante é “Monumento”:

“Logo fica claro e nós não temos sempre o tempo”

Letra completa: http://letras.terra.com.br/wir-sind-helden/263744/traducao.html

E claro, a que eu mais gosto… =D

“Seu silêncio é sua tenda

você a coloca no meio do mundo”

Letra completa: http://letras.terra.com.br/wir-sind-helden/263756/traducao.html

Meia-noite. Doze badaladas. Um rapaz magro de lábios corados, sobre uma cama branca num quarto escuro. Um filme sem volume na televisão. Só de calça, um cabelo rubro sem corte e uma barba de três dias, ele permanece deitado, ouvindo apenas a chuva e seus pensamentos. Luta consigo mesmo e os pensamentos o sufocam. Precisa de um cigarro, acabaram os cigarros. Lembra-se do encontro, mas no fundo, quer fugir do que sabe que vai acontecer.

Veste uma camisa e calça suas botas velhas, as únicas que tinha. Coloca um sobretudo, já com cheiro de mofo, devido ao tempo em que passara encerrado no guarda-roupas. Antes de sair, procura a pasta preta, cheia, gasta pelo uso, que prometera entregar no encontro marcado. Pega o guarda-chuva, desliga a televisão e tranca a porta.

Desce os quatro andares no escuro e com frio. Chega à portaria mal cuidada e depara-se com o ronco gordo do porteiro. Sai do prédio e encontra uma noite fria de julho, com apenas alguns pontos de luz trazidos pelos postes. Estão todos em casa, aquecidos nas cobertas. Ele espera que alguém também esteja com frio há três quadras dali.

____________________________________________________________________________________________

- 24 de julho de 1975. Aquela foi uma noite que não saiu da minha memória. Amei aquela mulher com todo meu âmago, como nunca, jamais, amei alguém. Bastou ver seus olhos e a sua boca coberta de vermelho, que a gélida noite transformou-se num dia de Sol.

Aquele modesto velhinho estava sentado no banco de praça, contando sua história a quem estivesse disposto a ouvir. Sempre foi desta forma: monólogo querendo ser diálogo. Nunca tivera um verdadeiro interlocutor, até que um rapaz sentou-se ao seu lado, a contemplar aquela barba branca, o colete xadrez e os grossos óculos que falavam de uma remota noite.

- Lembro-me de nos olharmos por dois longos minutos, enquanto a chuva, misturada às lágrimas, borrava aquela maquiagem que escorria pela sua pele aveludada. Entreguei-lhe o resto das roupas que ela havia esquecido em minha casa. Dei-lhe um beijo no rosto e pedi que acompanhasse meus passos. Ela não podia, precisava voltar pra casa antes que o marido percebesse sua ausência. Antes de eu virar a esquina em direção ao bar para comprar cigarros, ela agarrou meu braço, abafando o som da chuva com o soluço das lágrimas. Abraçou-me ternamente, manchou minha boca de vermelho e saiu correndo, sem olhar para trás. Observei seu regresso ao lar, que ficava a exatamente três quadras do meu apartamento. Ali permaneci por, aproximadamente, dez minutos, na esperança de que ela mudasse de idéia, mas não mudou. Comprei meus cigarros e caminhei rápido até minha casa para que a chuva não terminasse de lavar a minha boca. Sei que ela me amava.

Ao terminar a história, ouviu um soluço ao lado e perguntou:

- O que houve, meu jovem?

- Semana passada, minha noiva foi embora com outro homem. Como não pude perceber que eu já não era aquele a quem ela amava? Como você sabe que essa moça te amava?

- Bem, meu jovem, o dia que você descobrir o significado do amor, você mesmo encontrará a resposta. Naquela noite, eu não sabia que ela me amava, nem ao menos sabia o que era o amor. Acho que homens têm mais dificuldade que as mulheres quando se trata de amor. Só descobri essas coisas do coração depois de anos sentado nessa praça, ouvindo e observando. Se eu soubesse disso há 35 anos atrás, talvez, hoje, não estivesse aqui contando essa história.

Há três quadras dali, uma velhinha alimentava os pombos e lembra-se daquela noite chuvosa, em que correu até sua casa e ficou em frente ao portão, esperando que um rapaz de barba ruiva viesse a seu encontro, pela segunda vez na noite. Ela sabia que ele a amava.

http://www.youtube.com/watch?v=G3J6RK8Fzvc&NR=1

Por essas e outras que eu amo esse Humberto Gessinger. Modo simples de fazer música, mas feita de coração. Quem já o viu tocando ao vivo sente que ele faz música com alma, e isso é transmitido pra plateia de maneira surreal.

Ano passado foi a primeira vez que fui a um show em que ele tocasse. Foi, sem dúvidas, o melhor show que eu tive o prazer de assistir. Tremi do início ao fim, e quando ele soprava na gaitinha de boca, eu já nem sabia onde eu estava. Assisti de olhos fechados (é inevitável não fechá-los). É daqueles shows em que nem precisa falar muito entre as músicas, e é exatamente o que ele faz.

Na segunda vez que eu o vi de perto, já havia lido sua auto-biografia “Pra ser sincero” e não consegui associar ao Humberto do palco, aquele Humberto tímido que gosta de jogar tênis e não gosta de ir ao cinema. É só entregar um instrumento em suas mãos que essa timidez se esvai. Suas letras sempre me consolam e me dizem o que quero ouvir. Ele tem um “feeling” indescritível quando interpreta as canções.

Bom, se eu for escrever tudo o que tenho pra falar a respeito de Humberto Gessinger, eu me atrasaria pra aula de Literatura. Além do mais, eu não encontraria palavras suficientes pra descrever toda essa minha admiração para com ele. Deixo-lhes, então, com uma de suas primeiras músicas que eu ouvi, ainda quando criança. Um dia desses volto pra falar a respeito da mesma, e claro que muitas vezes para falar sobre HG:

http://www.youtube.com/watch?v=iCLZnIo0LEw

“Quando eu canto, é como se estivesse fazendo amor. Não penso em nada, apenas sinto. Só aquilo existe no momento, por isso é verdadeiro”. Janis Joplin.

 

 

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.